Dando start…

Publicado dezembro 12, 2013 por Fernando Amante de Souza
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Começando com esta nova ideia para aperfeiçoamento dos conteúdos referente ao Concurso Público para o Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina 2013 – Técnico Judiciário – Área Administrativa. Remuneração: Vencimento básico: R$2.824,17 + Gratificação de Atividade Judiciária R$1.750,99. Totalizando: R$4.575,16

O edital de conteúdo é:

Conhecimentos Gerais (25 questões):

1 – LÍNGUA PORTUGUESA (10 questões): Ortografia oficial. Acentuação
gráfica. Separação de sílabas. Classes de palavras: substantivo, adjetivo,
verbo, artigo, preposição, advérbio, conjunção, numeral e pronomes.
Pronomes: colocação, uso, formas pronominais de tratamento. Flexão
nominal e verbal. Concordância nominal e verbal. Emprego de tempos e
modos. Vozes do verbo. Regência nominal e verbal. Ocorrência de crase.
Estrutura do vocábulo: radicais e afixos. Formação de palavras: composição e
derivação. Termos da oração. Tipos de sujeito. Estrutura do período:
coordenação e subordinação. Sinônimos, antônimos e homônimos.
Interpretação de textos.

2 – NOÇÕES DE INFORMÁTICA (5 questões): Sistema operacional Windows 7.
Microsoft Office 2007: Word, Excel. Conceitos de Internet e Intranet e Correio
eletrônico. Cópias de segurança (backup e restore). Conceito, manipulação
(copiar, mover, apagar, renomear) e organização de arquivos
(pastas/diretórios/compactação). Conceitos de sistemas antivírus. Noções de
segurança da informação. Conceitos e técnicas de digitalização de
documentos.

3 – NORMAS APLICÁVEIS AOS SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS (5
questões): Lei n. 8.112, de 11.12.90 (Regime Jurídico dos Servidores
Públicos Civis da União) e alterações: Das disposições preliminares: do
provimento, vacância, remoção, redistribuição e substituição. Dos direitos e
vantagens: do vencimento e da remuneração, das vantagens, das férias, das
licenças, dos afastamentos, das concessões, do tempo de serviço, do direito
de petição. Do regime disciplinar: dos deveres e proibições, da acumulação,
das responsabilidades, das penalidades, do processo administrativo
disciplinar.

4 – RACIOCÍNIO LÓGICO (3 questões): Problemas com sistemas de medidas:
medidas de tempo, sistema decimal de medidas, sistema monetário brasileiro.
Raciocínio lógico-matemático: estrutura lógica de relações arbitrárias entre
pessoas, lugares, objetos ou eventos fictícios; deduzir novas informações das
relações fornecidas e avaliar as condições usadas para estabelecer a
estrutura daquelas relações. Compreensão e elaboração da lógica das
situações por meio de: raciocínio matemático, raciocínio sequencial,
orientação espacial e temporal, formação de conceitos, discriminação de
elementos.

5 – REGIMENTO INTERNO DO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE SANTA
CATARINA (2 questões): Artigos 1º ao 32 da Resolução TRESC n. 7.847, de
12.12.2011, e alterações posteriores.

Conhecimentos Específicos (40 questões):

1 – NOÇÕES DE DIREITO CONSTITUCIONAL (10 questões): Constituição:
Princípios fundamentais. Direitos e garantias fundamentais: direitos e deveres
individuais e coletivos, direitos políticos, partidos políticos. Administração
pública: disposições gerais, servidores públicos. Poder Judiciário: disposições
gerais, Supremo Tribunal Federal, Tribunais e Juízes Eleitorais.

2 – NOÇÕES DE DIREITO ELEITORAL (15 questões): Código Eleitoral (Lei n.
4.737, de 15.7.1965, e alterações posteriores): Introdução. Órgãos da Justiça
Eleitoral. Alistamento. Eleições: sistema eleitoral; representação proporcional,
seções eleitorais, mesas receptoras, polícia dos trabalhos eleitorais, diplomas,
nulidades da votação. Garantias eleitorais. Lei das Eleições (Lei n. 9.504, de
30.9.1997, e alterações posteriores). Lei dos Partidos Políticos (Lei n. 9.096,
de 19.9.1995, e alterações posteriores).

3 – NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO (10 questões): Princípios básicos
da Administração. Atos administrativos: conceito, requisitos, atributos,
classificação, espécies, revogação, anulação e invalidação. Poderes
administrativos: poder hierárquico, poder disciplinar, poder regulamentar,
poder de polícia, uso e abuso do poder. Improbidade administrativa (Lei n. 

8.429, de 2.06.1992. Licitação: conceito, finalidades, dispensa, inexigibilidade
e modalidades. Contratos administrativos: conceito, peculiaridades e
espécies. Processo administrativo na Administração Pública Federal (Lei n.
9.784, de 29.1.1999). Responsabilidade civil da Administração.

4 – NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (5 questões): Princípios.
Descentralização e desconcentração. Administração Direta e Indireta;
Características básicas das organizações formais modernas: tipos de
estrutura organizacional, natureza, finalidades e critérios de
departamentalização. Empreendedorismo governamental e novas lideranças
no setor público. Convergências e diferenças entre a gestão pública e a
gestão privada. Excelência nos serviços públicos. Gestão da Qualidade.
Gestão de resultados na produção de serviços públicos. O paradigma do
cliente na gestão pública.

O trabalho continua.

Publicado outubro 18, 2010 por Fernando Amante de Souza
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“Mudei de ideia: Vou votar no Serra.Desculpem amigos, vou votar no Serra.
Cansei…Basta!  Vou votar no Serra, do PSDB.
Cansei de ir ao supermercado e encontrá-lo cheio. O alimento está barato demais. O salário dos pobres aumentou, e qualquer um agora se mete a comprar, carne, queijo, presunto, hambúrguer e iogurte.
Cansei dos bares e restaurantes lotados nos fins de semana. Se sobra algum, a gentalha toda vai para a noite. Cansei… dessa demagogia.
Cansei de ir em Shopping e ver a pobreza comprando e desfilando com seus celulares.
O governo reduziu os impostos para os computadores. A Internet virou coisa de qualquer um. Pode? Até o filho da manicure, pedreiro, catador de papel, agora navega…
Cansei dos estacionamentos sem vaga. Com essa coisa de juro baixo, todo mundo tem carro, até a minha empregada. ” É uma vergonha! “, como dizia o Boris Casoy. Com o Serra os congestionamentos vão acabar, porque como em S.Paulo, vai instalar postos de pedágio nas estradas brasileiras a cada 35 km e cobrar caro.
Cansei da moda banalizada. Agora, qualquer um pode botar uma confecção. Tem até crédito oferecido pelo governo. O que era exclusivo da Oscar Freire, agora, se vende até no camelô da 25 de Março e no Brás.
Vergonha, vergonha, vergonha…
Cansei dessa coisa de biodiesel, de agricultura familiar. O caseiro do meu sítio agora virou “empreendedor” no Nordeste. Pode? Cansei dessa coisa assistencialista de Bolsa Família. Esse dinheiro poderia ser utilizado para abater a dívida dos empresários de comunicação (Globo,SBT,Band, RedeTV, CNT, Fôlha SP, Estadão, etc.). A coitada da “Veja” passando dificuldade e esse governo alimentando gabiru em Pernambuco. É o fim do mundo.
Cansei dessa história de PROUNI, que botou esses tipinhos, sem berço, na universidade. Até índio, agora, vira médico e advogado. É um desrespeito… Meus filhos, que foram bem criados, precisam conviver e competir com essa raça. Cansei dessa história de Luz para Todos. Os capiaus, agora, vão assistir TV até tarde. E, lógico, vão acordar ao meio-dia. Quem vai cuidar da lavoura do Brasil? Diga aí, seu Lula…
Cansei dessa história de facilitar a construção e a compra da casa própria (73% da população, hoje, tem casa própria, segundo pesquisas recentes do IBGE). E os coitados que vivem de cobrar aluguéis? O que será deles? Cansei dessa palhaçada da desvalorização do dólar. Agora, qualquer um tem MP3, celular e câmera digital. Qualquer umazinha, aqui do prédio, vai passar férias no Exterior. É o fim…
Vou votar no Serra. Cansei, vou votar no Serra, porque quero de volta as emoções fortes do governo de FHC, quero investir no dólar em disparada e aproveitar a inflação. Investir em ações de Estatais quase de graça e vender com altos lucros. Chega dessa baboseria politicamente correta, dessa hipocrisia de cooperação. O motor da vida é a disputa, o risco… Quem pode, pode, quem não pode, se sacode. Tenho culpa eu, se meu pai era mais esperto que os outros para ganhar dinheiro comprando ações de Estatais quase de graça? Eles que vão trabalhar, vagabundos, porque no capitalismo vence quem tem mais competência. É o único jeito de organizar a sociedade, de mostrar quem é superior e quem é inferior.
Eu ia anular, mas cansei. Basta! Vou votar no Serra. Quero ver essa gentalha no lugar que lhe é devido. Quero minha felicidade de volta. ”

 

É capaz de alguém achar que estou falando a verdade…

 

Fonte: http://www.facebook.com/profile.php?id=100000999622872&ref=pymk#!/event.php?eid=158854274139106

Razões para votar em Dilma e Michel Temer.

Publicado outubro 12, 2010 por Fernando Amante de Souza
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Faz muito tempo que não posto nada aqui, mas é por motivo nobre que volto.

 

Tenho acompanhado – vocês também, com certeza – os ataques a Dilma, nossa candidata a Presidência. Dos mais variados. Argumentos fracos, falsos, apelativos, partindo daqueles que se encontram em situação desfavorável.

Recebo dos mais variados emails, mas hoje recebi um que me chamou atenção e vou dividir com vocês.

 

1. “Alternância no poder é bom”.
Falso. O sentido da democracia não é a alternância no poder e sim a escolha, pela maioria, da melhor proposta de governo, levando-se em conta o conhecimento que o eleitor tem dos candidatos e seus grupo políticos, o que dizem pretender fazer e, principalmente, o que fizeram quando exerceram o poder. Ninguém pode defender seriamente a idéia de que seria boa a alternância entre a recessão e o desenvolvimento, entre o desemprego e a geração de empregos, entre o arrocho salarial e o aumento do poder aquisitivo da população, entre a distribuição e a concentração da riqueza. Se a alternância no poder fosse um valor em si não precisaria haver eleição e muito menos deveria haver a possibilidade de reeleição.

2. “Não há mais diferença entre direita e esquerda”.
Falso. Esquerda e direita são posições relativas, não absolutas. A esquerda é, desde a sua origem, a posição política que tem por objetivo a diminuição das desigualdades sociais, a distribuição da riqueza, a inserção social dos desfavorecidos. As conquistas necessárias para se atingir estes objetivos mudam com o tempo. Hoje, ser de esquerda significa defender o fortalecimento do estado como garantidor do bem-estar social, regulador do mercado, promotor do desenvolvimento e da distribuição de riqueza, tudo isso numa sociedade democrática com plena liberdade de expressão e ampla defesa das minorias. O complexo (e confuso) sistema político brasileiro exige que os vários partidos se reúnam em coligações que lhes garantam maioria parlamentar, sem a qual o país se torna ingovernável. A candidatura de Dilma tem o apoio de políticos que jamais poderiam ser chamados de “esquerdistas”, como Sarney, Collor ou Renan Calheiros, lideranças regionais que se abrigam principalmente no PMDB, partido de espectro ideológico muito amplo. José Serra tem o apoio majoritário da direita e da extrema-direita reunida no DEM (2), da “direita” do PMDB, além do PTB, PPS e outros pequenos partidos de direita: Roberto Jefferson, Jorge Borhausen, ACM Netto, Orestes Quércia, Heráclito Fortes, Roberto Freire, Demóstenes Torres, Álvaro Dias, Arthur Virgílio, Agripino Maia, Joaquim Roriz, Marconi Pirilo, Ronaldo Caiado, Katia Abreu, André Pucinelli, são todos de direita e todos serristas, isso para não falar no folclórico Índio da Costa, vice de Serra. Comparado com Agripino Maia ou Jorge Borhausen, José Sarney é Che Guevara.

3. “Dilma não é simpática”(?).
Argumento precário e totalmente subjetivo. Precário porque a simpatia não é, ou não deveria ser, um atributo fundamental para o bom governante. Subjetivo, porque o quesito “simpatia” depende totalmente do gosto do freguês. Na minha opinião, por exemplo, é difícil encontrar alguém na vida pública que seja mais antipático que José Serra, embora ele talvez tenha sido um bom governante de seu estado. Sua arrogância com quem lhe faz críticas, seu destempero e prepotência com jornalistas, especialmente com as mulheres, chega a ser revoltante.

4. “Dilma não tem experiência”.
Argumento inconsistente. Dilma foi secretária de estado, foi ministra de Minas e Energia e da Casa Civil, fez parte do conselho da Petrobras, gerenciou com eficiência os gigantescos investimentos do PAC, dos programas de habitação popular e eletrificação rural. Dilma tem muito mais experiência administrativa, por exemplo, do que tinha o Lula, que só tinha sido parlamentar, nunca tinha administrado um orçamento, e está fazendo um bom governo.

5. “Dilma foi terrorista” (foi contra os assassinos).

Argumento em parte falso, em parte distorcido. Falso, porque não há qualquer prova de que Dilma tenha tomado parte de ações “terroristas”. Distorcido, porque é fato que Dilma fez parte de grupos de resistência à ditadura militar, do que deve se orgulhar, e que este grupo praticou ações armadas, o que pode (ou não) ser condenável. José Serra também fez parte de um grupo de resistência à ditadura, a AP (Ação Popular), que também praticou ações armadas, das quais Serra não tomou parte. Muitos jovens que participaram de grupos de resistência à ditadura hoje participam da vida democrática como candidatos. Alguns, como Fernando Gabeira, participaram ativamente de seqüestros, assaltos a banco e ações armadas. A luta daqueles jovens, mesmo que por meios discutíveis, ajudou a restabelecer a democracia no país e deveria ser motivo de orgulho, não de vergonha.

6. “As coisas boas do governo petista começaram no governo tucano” (mentira).

Falso. Todo governo herda políticas e programas do governo anterior, políticas que pode manter, transformar, ampliar, reduzir ou encerrar. O governo FHC herdou do governo Itamar o real, o programa dos genéricos, o FAT, o programa de combate a AIDS. Teve o mérito de manter e aperfeiçoá-los, desenvolvê-los, ampliá-los. O governo Lula herdou do governo FHC, por exemplo, vários programas de assistência social. Teve o mérito de unificá-los e ampliá-los, criando o Bolsa Família. De qualquer maneira, os resultados do governo Lula são tão superiores aos do governo FHC que o debate “quem começou o quê” torna-se irrelevante.

7. “Serra vai moralizar a política” (ridículo).

Argumento inconsistente. Nos oito anos de governo tucano-pefelista – no qual José Serra ocupou papel de destaque, sendo escolhido para suceder FHC – foram inúmeros os casos de corrupção, um deles no próprio Ministério da Saúde, comandado por Serra, o superfaturamento de ambulâncias investigado pela “Operação Sanguessuga”. Se considerarmos o volume de dinheiro público desviado para destinos nebulosos e paraísos fiscais nas privatizações e o auxílio luxuoso aos banqueiros falidos, o governo tucano talvez tenha sido o mais corrupto da história do país. Ao contrário do que aconteceu no governo Lula, a corrupção no governo FHC não foi investigada por nenhuma CPI, todas sepultadas pela maioria parlamentar da coligação PSDB-PFL. O procurador da república ficou conhecido com “engavetador da república”, tal a quantidade de investigações criminais que morreram em suas mãos. O esquema de financiamento eleitoral batizado de “mensalão” foi criado pelo presidente nacional do PSDB, senador Eduardo Azeredo, hoje réu em processo criminal. O governador José Roberto Arruda, do DEM, era o principal candidato ao posto de vice-presidente na chapa de Serra, até ser preso por corrupção no “mensalão do DEM”. Roberto Jefferson, réu confesso do mensalão petista, hoje apóia José Serra. Todos estes fatos, incontestáveis, não indicam que um eventual governo Serra poderia ser mais eficiente no combate à corrupção do que seria um governo Dilma, ao contrário.

8. “O PT apóia as FARC” (mais ridículo ainda).
Argumento falso. É fato que, no passado, as FARC ensaiaram uma tentativa de institucionalização e buscaram aproximação com o PT, então na oposição, e também com o governo brasileiro, através de contatos com o líder do governo tucano, Arthur Virgílio. Estes contatos foram rompidos com a radicalização da guerrilha na Colômbia e nunca foram retomados, a não ser nos delírios da imprensa de extrema-direita. A relação entre o governo brasileiro e os governos estabelecidos de vários países deve estar acima de divergências ideológicas, num princípio básico da diplomacia, o da auto-determinação dos povos. Não há notícias, por exemplo, de capitalistas brasileiros que defendam o rompimento das relações com a China, um dos nossos maiores parceiros comerciais, por se tratar de uma ditadura. Ou alguém acha que a China é um país democrático?

9. “O PT censura a imprensa” (mentira, a imprensa que o censura).
Argumento falso. Em seus oito anos de governo o presidente Lula enfrentou a oposição feroz e constante dos principais veículos da antiga imprensa. Esta oposição foi explicitada pela presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ) que declarou que seus filiados assumiram “a posição oposicionista (sic) deste país”. Não há registro de um único caso de censura à imprensa por parte do governo Lula. O que há, frequentemente, é a queixa dos órgãos de imprensa sobre tentativas da sociedade e do governo, a exemplo do que acontece em todos os países democráticos do mundo, de regulamentar a atividade da mídia.

10. “Os jornais, a televisão e as revistas falam muito mal da Dilma e muito bem do Serra”.
Isso é verdade. E mais um bom motivo para votar nela e não nele.

FATOS MUITO IMPORTANTES:

(1) Alguns dados comparativos dos governos FHC e Lula.

Geração de empregos:
FHC/Serra = 780 mil x Lula/Dilma = 12 milhões

Salário mínimo:
FHC/Serra = 64 dólares x Lula/Dilma = 290 dólares

Mobilidade social (brasileiros que deixaram a linha da pobreza):
FHC/Serra = 2 milhões x Lula/Dilma = 27 milhões

Risco Brasil:
FHC/Serra = 2.700 pontos x Lula/Dilma = 200 pontos

Dólar:
FHC/Serra = R$ 3,00 x Lula/Dilma = R$ 1,78

Reservas cambiais:
FHC/Serra = 185 bilhões de dólares negativos x Lula/Dilma = 239 bilhões de dólares positivos.

Relação crédito/PIB:
FHC/Serra = 14% x Lula/Dilma = 34%

Produção de automóveis:
FHC/Serra = queda de 20% x Lula/Dilma = aumento de 30%

Taxa de juros:
FHC/Serra = 27% x Lula/Dilma = 10,75%

 

Por derradeiro, não esqueçam que o voto para presidente importa no vice-presidente, portanto, pesquisem a respeito de Michel Temer e Índio da Costa.

Aliás, acho que muitos nem sabem quem é Índio da Costa, muito menos o que ele faz.

 

Abraços à todos!

Votem 13 – Dilma/Michel Temer

Para o Brasil Seguir Mudando!

“Deusembargadora”

Publicado abril 27, 2010 por Fernando Amante de Souza
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Há alguns dias, fora noticiado por jornais locais e nacionais a atitude incompátivel de uma desembargadora do Tribunal de Justiça de Santa Catarina. Formaram-se opiniões das mais diversas, seja defendendo, seja repudiando. Recebi hoje da amiga Natasha um texto surpreendente de um professor e jornalista tratando do fato. Gostei e divido com vocês!

“Li no Diário Catarinense e ouvi gravações, feitas por um policial em um celular, sobre a blitz em que o veículo do seu filho precisou ser apreendido em razão da documentação vencida.
           Já passei por isso também. É comum, sim. Nessa luta inglória contra o relógio, não há quem não escorregue na pontualidade com os compromissos diários, não é mesmo? Se bem que o IPVA de 2009 do carro de seu filho não havia sido pago, além de multas. Contudo, vamos considerar isso normal.

           Entretanto, senhora desembargadora, a roda-vida que abrevia o nosso tempo não pode nos roubar o que há de mais sagrado em uma nação democrática: a ética. Imagine se todas as autoridades se achassem no direito de estar acima das leis, como a senhora fez, ao querer exigir que o carro fosse liberado, mesmo irregular, porque pertencia ao filho de uma desembargadora.

           Meu peito se comprimiu, uma nuvem afogou o meu cérebro, talvez ainda perturbado pelo episódio anterior, em que um ex-desembargador exigia que uma funcionária do Tribunal dividisse a gratificação de função com a sua esposa.
Como é possível, senhora desembargadora, trabalhar o equilíbrio social de uma nação se as leis valem menos do que uma atitude? A réplica do policial à sua irreverência – “sabem com quem estão falando?” – é um sentimento fiel à dignidade humana: “então a senhora é que deveria dar exemplo”. Esse policial serve de espelho a uma instituição, que carece de maior confiança, em razão de alguns poucos militares se envolverem em trapaças e drogas. Esse policial me emocionou e me fez acreditar que essa nação pode resgatar, sim, a ética da autoridade, do político e a moral pública.
           O ex-desembargador Marcílio Medeiros, falecido recentemente aos 95 anos, dizia, em seus artigos publicados em O Estado, que o equilíbrio de uma nação dependia substancialmente de uma justiça exemplar. Os países de maior referência democrática, como Finlândia, Suécia, Dinamarca e outros, têm um poder judiciário implacável, obstinado. O Brasil não é exemplar em democracia. A sua corrupção é epidêmica, rouba cerca de 10% do que pagamos de impostos municipais, estaduais e federais. E, até que prove o contrário, a justiça, se não for omissa e lenta, é conivente.
           Procuro fugir ao ceticismo, mas sempre me vejo empurrado por comportamentos que agridem as leis. Já vi juízes escondendo a placa de veículos oficiais em viagem de férias, o presidente do Tribunal de São Paulo superfaturando obras públicas, e até mesmo juízes que soltaram bandidos sem justificar o mérito. Ainda não me convenci da decisão do Superior Tribunal de Justiça de proibir as investigações em torno das denúncias contra o banqueiro Daniel Dantas. Enfim, há dezenas de exemplos que me lançam ao pessimismo. Mas, até pouco tempo, eu juraria que o nosso Tribunal fosse movido pela ética e seriedade. O primeiro baque foi a denúncia contra o desembargador que queria a metade do salário de uma funcionária, aliás, uma atitude tão mesquinha que nos desassossega diante da vulnerabilidade do poder judiciário. Agora, a senhora afronta policiais, que cumpriam suas obrigações, exigindo que eles driblassem a lei e liberassem o carro do seu filho.

           O que a senhora me recomenda? Acreditar ainda na justiça? Bem, o jornalista Pimenta Neves, que confessou ter assassinado a sua namorada Sandra Gomide, continua solto faz 15 anos, por força de um habeas corpus. E, no entanto, uma menina é equivocadamente jogada em uma cela cheia de bandidos e estuprada, além de sofrer outras violências, tudo porque uma juíza não examinou como deveria a denúncia contra a vítima. A menina depreciada só vê o tempo passar, em meio ao fantasma da violência, enquanto a juíza acaba de ser aposentada.
           Senhora desembargadora, escrevo esta carta aberta, sem precisar citar o seu nome, em busca de uma resposta: ainda podemos acreditar na recuperação de uma Nação vilipendiada em seus direitos por dezenas de anos? Por que a abominável lei de Gerson ainda contamina os poderes? Por que a arrogância e a tirania infectam o ser humano, principalmente quando se veste de  autoridade?
           Imagine se ao invés de desafiar os policiais, a senhora tivesse cumprimentado-os e conduzido seu filho para casa, advertindo-o de que a sua posição de magistrada não poderia ser comprometida por documentos irregulares de um carro? Com certeza os policiais teriam aplaudido a sua atitude e seu filho recebido uma lição inesquecível. Mas a senhora não pensou: apenas impôs uma autoridade que, para a saúde da sociedade, não superou a ética de um simples policial.
           Seu filho, com certeza, desconhece leis. Pra quê, não é mesmo? A lei é a senhora. Mas, felizmente, a senhora recebeu uma lição de ética, justamente daquele moço que não deve ter um certificado de ensino superior, mas possui um diploma invejável, de um profissional ético. Hoje, eu acredito na polícia. Mas como acreditar só na polícia se é a justiça que manda prender e soltar bandidos?
           Senhora desembargadora, meu único objetivo é provocar-lhe uma reflexão. Contudo, não chegaremos a nenhuma conclusão relevante, até porque o próprio Tribunal de Justiça se omite nestas questões. O Tribunal se acha no direito de punir o cidadão fora da lei, mas foge ao dever de obrigar que seus membros sejam os primeiros a darem exemplo de ética e dignidade.” (Laudelino Sardá)

Escola pública.

Publicado outubro 27, 2009 por Fernando Amante de Souza
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Ontem fui tirar um raio-x e enquanto aguardava para ser atendido olhava pela janela a movimentação da Rua Marechal Guilherme, como sempre costumo fazer para passar o tempo. Deparei-me com uma paisagem um tanto quanto feia, era uma escola pública, pra ser mais exato, a Escola Básica Lauro Muller. De onde me encontrava, apenas conseguia ver as quadras de esportes e um pouco da construção, pintura totalmente desgastada, as quadras com as demarcações já quase apagadas, traves de futebol sem rede e as cestas de basquete com a rede destruída. A fachada da escola já não é das mais bonitas também.

Diante deste cenário, começei a pensar em algumas coisas: um jovem que vai à escola e encontra, no seu momento de lazer, condições precárias, como vai gostar de frequenta-la? Como terá animo para estudar e batalhar pelo seus objetivos? Tenho certeza de que a realidade dentro de sala de aula não é muito diferente daquela supra mencionada.

Próximo dali, encontram-se os Colégios Energia e o antigo Coração de Jesus, onde a realidade é absurdamente diferente. Já começando por serem particulares. As quadras do Colégio Coração de Jesus, na época em que estudei lá, eram magníficas, totalmente pintadas, com redes nas traves, e contava ainda com dois ginásios, caso houvesse chuva, tínhamos a certeza de que a nossa tão esperada educação física iria acontecer. Com Sol ou não.

Já na escola pública, a qual mencionei, os garotos, além de encontrar as quadras precárias, muitas vezes encontram professores desmotivados, despreparados. Imaginemos a rotina deles: acordam pela manhã, já sem muito o que comer, botam um uniforme cedido pela Prefeitura, chegam á escola e aguardam o início da aula. Professor mal humorado, passa um conteúdo ás avessas e sai, na sequência, outro professor e age da mesma forma. No recreio, ganham uma merenda, voltam á sala. E começa a “tortura” novamente, e assim sucessivamente, os dias, os meses passam.

Por isso o alto índice de faltas, de desistência, de reprovação. Não tem como ser diferente. Não vejo como ser diferente, diante das circustâncias que encontram na instituição onde estão matriculados.

Como pensar que um jovem formado nessas circustâncias, venha a disputar, seriamente, uma vaga num vestibular com outro que teve outras oportunidades e diferente infra-estrutura? Agora sim, começo a entender o porquê das Cotas. É muito mais fácil e mais barato diferenciar pelo modo de ensino que lhe foi dado, do que dar condições para que a disputa não seja desleal.

Se Deus quiser, eu ainda vou conseguir exercer um cargo político para mudar – ou tentar – essa realidade tão cruel, espero que não seja tarde demais.

Trânsito com mundanças.

Publicado outubro 14, 2009 por Fernando Amante de Souza
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Avenida Paulo Fontes

Avenida Paulo Fontes

O trânsito de Florianópolis será mais uma vez modificado, com o objetivo de desafogar e melhorar o acesso ao continente. A bola da vez agora é a Avenida Paulo Fontes, aquela que fica em frente ao Mercado Público, Camelódromo, sabe? A intenção é fecha-la totalmente para carros. Mais tarde será criado um corredor exclusivo para ônibus. Espero que não seja igual ao da ponte, que hoje, de exclusivo não tem é nada. Reconheço que para os usuários do transporte coletivo, a imposição do corredor exclusivo na Colombo Salles, ajudou e muito, retorno à minha casa em poucos minutos. Mas como sempre, tudo que é novo, é fiscalizado temporariamente e depois torna-se esquecido e as promessas de punição também.

A intenção do prefeito em exercício João Batista Nunes, é transformar parte da Avenida Paulo Fontes em calçadão, estilo Felipe Schmidt. A partir de quinta-feira (amanhã), os veículos que descerem pela rua Arcipreste Paiva (Praça XV) não poderão mais virar à direita, terão que ir sentido Avenida Hercílio Luz e Mauro Ramos.

Até o final do mês, a rua Pedro Bittencourt que fica entre o TICEN e o Terminal Rita Maria, será fechada e ficará exclusiva para o tráfego de ônibus.

Na minha opinião, isso não foi muito bem planejado. Muito do desafogamento que acontecia na Beira Mar Norte era em virtude desse outro caminho em direção á ponte. Agora com a temporada de verão, com o fluxo de veículos aumentando exponencialmente, a tendência é congestionamento gigantesco. Todos os carros que estarão vindo sentido Beira-Mar -> Continente ou Mauro Ramos terão que pegar o acesso ao lado do elevado, que coincidirá com os que vão para ponte.

Nada vai tirar da minha cabeça que a solução pra Florianópolis é um metrô, já ficamos fora de ser uma das sedes da Copa do Mundo, pois o comitê da Fifa alegou que as obras para o ano de 2014, são necessárias para hoje. Com certeza o fator que mais pesou foi a falta de estrutura no transporte urbano.

Vamos ver o resultado, espero que no mínimo amenize a situação, mesmo com os ventos indicando outro destino!

Rio 2016!

Publicado outubro 5, 2009 por Fernando Amante de Souza
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Além da copa em 2012, agora o Brasil terá também as Olimpíadas em 2016, com sua sede no Estado do Rio de Janeiro. A escolha foi feita na última sexta-feira em Copenhague, na Dinamarca. Após Chicago (E.U.A.), Tóquio (Japão) e Madri (Espanha), nosso Brasil foi escolhido recebendo 66 votos dos 98 possíveis.

2222Com uma forte campanha dos atletas, políticos, entre outras autoridades, nosso país conquistou mais esse grande evento de repercursão internacional. No momento em que o presidente do COI (Comitê Olimpíco Internacional) anunciou, com sotaque estrangeiro, “Rio de Janeiro”, a emoção tomou conta dos presentes na sessão, como também dos que acompanhavam em Copacabana.

Lula citou em coletivas, que “não é pouca coisa para um país que até pouco tempo atrás era tratado como um paisinho de terceiro mundo”. Usou por diversas vezes, o slogan do presidente Obama: “Yes we can”, mas em português, “Sim, nós podemos”.

A revista Veja dessa semana, trouxe uma reportagem especial com 20 páginas, sobre o assunto. Investimentos bilhonários serão feitos, tal qual Lula afirmou, “não se pode chamar de gasto, é investimento!” Realmente é, mas no nosso Brasil, sempre quando é divulgado investimentos exorbitantes, a suspeita é tamanha e a quantidade de pessoas que irão enriquecer…

Potencial o Rio de Janeiro possuí, dinheiro para efetuar as obras necessárias também, como demonstrou já no Pan Americano. Os orgãos fiscalizadores, tem que trabalhar juntos e em prol de um mesmo objetivo, deixando de lado as questões políticas.  

O vídeo exibido aos membros do COI, demonstrando as belezas do Rio de Janeiro, foi por muitas pessoas julgados de maneira negativa, pois, mostrava uma cidade utópica. É claro que na “cidade maravilhosa” não há apenas coisas ruins, pelo contrário, existe muita beleza. O autor do filme atuou de forma extraordinária, enaltecendo o que tem de melhor, e com certeza, o Brasil foi escolhido – não somente – por méritos dele. Emocionou até os não muito sentimentais.

Temos sete anos até entrarmos para história, ou como uma das olimpíadas mais bonita que já existiu, ou como a mais improvisada. Torço pela primeira hipótese, que façamos ainda mais bonito que a China, já começando pela Copa em 2012. Vamos com fé que tudo dará certo!

Agora é necessário que o Lula ganhe o reconhecimento merecido, esse foi o seu maior triunfo internacional. Parabéns presidente! (Agora de verdade!)

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Ps: Procurem o vídeo que foi mostrado lá na Dinamarca, em campanha pelo Rio de Janeiro, é muito bom! Vale a pena ver!